Crítica – Annabelle 2: A Criação do Mal

Do mesmo diretor de Quando as Luzes se apagam, David F. Sandberg, e do roteirista do próximo It-A Coisa, Gary Dauberman, Annabelle 2 não se trata de uma continuação do filme estreado há 3 anos atrás, mas sim de um prelúdio, onde narra como a boneca maligna foi concebida e como acabou sendo possuída

A história começa apresentando uma pequena família feliz, que tinha como principal meio de sustendo a fabricação de bonecas artesanais, porém, essa felicidade se transformou em uma grande dor, quando sua pequena filha, Abelhinha, é atropelada. Anos depois, como forma de aliviar as dores do passado, o casal, vivido por Anthony LaPaglia e Miranda Otto, resolve ceder sua grande casa como moradia para um grupo de meninas órfãs.

O primeiro filme, apesar de ser mais concentrado nos sustos, também teve o seu momento, e esse segundo vem com uma história que soube amarrar os dois filmes com perfeição. Prende do começo ao fim, sem ser cansativo, e mantem o suspense e a tensão. A ambientação ganha destaque com o belo trabalho de figurino, maquiagem e o impressionante cenário, sem contar com a quantidade de crucifixos, a casa é coberta deles, porém retratados de inúmeras formas, seja no reflexo, ou no papel de parede, nos detalhes dos vidros e do gradil, a iluminação quase que nula também ajuda no desenvolvimento das cenas e das sensações. Annabelle traz, de forma sutil (só para aguçar a curiosidade dos telespectadores) a Freira Demônia Valak, dando uma pequena introdução a sua história, que tem previsão para estréia em 13 de julho de 2018 com o filme The Nun.

O filme estreia dia 17 de agosto no Brasil, então corre.

Nota: 5/5