DC Renascimento: Liga da Justiça (Vol. 1)

Por Ricardo Oliveira | Revisão Danielle Sodré

 

Na história prelúdio, a Liga se reúne para (mais uma vez) enfrentar uma ameaça alienígena. Enquanto a batalha acontece, Clark ainda hesitante se deve ou não se juntar a liga, é rapidamente convencido por Lois – numa cena em total desacordo com os eventos catastróficos noticiados na tv, afinal, trata-se de uma invasão onde as pessoas estão sendo infectadas por criaturas ao passo que eles discutem a situação enquanto, calmamente, preparam o jantar (?).

Superman se desloca para o campo de batalha ao encontro da equipe; faz a sua aparição, dá a sua ajudinha e… tchau! Isso sem contar os diálogos cafonas… essa história é um tremendo fiasco. Brian Hitch não estava nem um pouco inspirado, e isso se reflete no roteiro e na própria arte.

Na história número 1, que inicia o arco “Máquinas da Extinção”, Tony Daniel assume os desenhos e, visualmente, há uma melhora, contudo, o roteiro continua pouco inspirado. Os heróis mais uma vez se deparam com uma catástrofe de proporções apocalípticas. Se a intenção era passar que algo estranho e misterioso está por trás dos eventos, infelizmente não convence. Inclusive, há repetição de invasão/infestação, de forma bem parecida, durante os eventos como encontramos na edição Renascimento, evidenciando a pouca criatividade dedicada a esse número – chega a ser confuso, e a sensação é a de falta de rumo na narrativa.

Essa edição serviu apenas para inserir o Superman em cena com um breve momento de dúvida se a Liga deveria ou não, confiar nesse Super de outra terra (pós crise). Além de apresentar os novos integrantes, os recém-eleitos Lanternas Verdes, Jessica Cruz e Simon Baz – e isso é feito de forma bem rasa. O que causa estranheza, pois, Brian Hitch não é um roteirista ruim.

Infelizmente, Liga da Justiça número 1 é uma das revistas mais fracas das recém-chegadas às livrarias.

Nota: 1/5

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