O Assassino: O Primeiro Alvo | Crítica

Mais um filme de ação chega aos cinemas brasileiros, dessa vez estrelado por Dylan O’Brien e Michael Keaton, que recentemente deu vida ao Abutre, em Homem-Aranha de volta ao lar.

O longa é baseado no 12º livro de Vince Flynn, que acompanha a história de Mitch Rapp (Dylan O’Brien), tendo sua vida completamente dilacerada ao ser vítima de um atentado que matou sua noiva. Com sede de vingança, Mitch se transforma em uma pessoa totalmente obscura, direcionando todos os seus esforços na perseguição dos responsáveis pelo atentado.

Sendo constantemente vigiado pela C.I.A, Mitch se torna um potencial agente para a organização; contudo, por apresentar comportamento obsessivo, ele é encaminhado para uma zona de treinamento, liderada por Stan Hurley (Michael Keaton), que ensina a seus aprendizes como melhorar seus comportamentos e táticas no ambiente hostil de guerra.

A trama não enrola, indo direto ao ponto (com ação do início ao fim), além de apresentar um bom equilíbrio entre as cenas de tensão e exibir a quantidade certa de violência, em cada situação. Entretanto, a trama deixa a desejar no momento em que não explora o inimigo inicial de Mitch, os terroristas, não retratando com clareza os motivos que levaram a esse atentado; cabia um desenvolvimento desse lado da história.

Outro fator negativo é o novo inimigo da trama, que cai completamente de paraquedas na história, sem uma clareza de quem se trata, do seu passado e o que levou ele a fazer todas essas coisas, que vocês saberão apenas quando forem assistir ao filme.

 

Nota: 3,5/ 5